Tiê, sua linda!

A primeira vez que ouvi falar da Tiê foi em uma matéria da TPM. Me senti interessada pela roupa que ela usava nas fotos (essa que está aí em cima é uma delas) e comecei a ler.

A matéria contava a história de uma garota, cantora, que perdia a voz por causa de uma doença e que, em poucos anos depois, estava aí cantando novamente.

Não há como não se emocionar com uma história dessa. Não há.

E fui caçar as músicas da moça para ver qual era.

Não vou dizer que foi amor à primeira “ouvida”, porque não foi. Achei as músicas belas, com letras belas, sim, mas tenho algum problema com coisas vagarosas e demorei um tempo para me acostumar.

No mais, desde o começo, achei a voz dela muito doce e fofa. Limpa, sem firulas, bem do jeito que eu gosto.

Além de ser a cantora de voz doce, sem exageros, ela me agrada pela coisa de mpb com folk e com música francesa que ela tem que é dela e só dela.

Devo comentar que ela é muito bem vestida também e que meu interesse por moda não me deixa fugir de sempre dar uma espiadinha nas roupas dela.

Aí com o tempo, fui me acostumando com a vagareza, e “Sweet Jardim” se tornou presença constante no meu dia-a-dia. Foi um amor construído pelo tempo, eu diria.

A última coisa de que preciso falar da Tiê é que fazia tempo, mas muito tempo que ninguém tirava lágrimas de mim simplesmente pela beleza de alguma coisa. E “Te Valorizo” é daquelas músicas que sempre, sempre que vou cantar, me sinto tão envolvida, mas tão envolvida que começo a chorar.

Música assim faz falta. Às vezes, a gente cansa um pouco de super produções e quer a simplicidade sincera. E é aí que a gente coloca o cd da Tiê pra tocar.

 

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