Neon Trees.

Depois de um longo e interminável período sem posts, estou de volta.

Estava fora porque na minha casa nova não tem internet, aí fica difícil planejar como postar. Pensei em deixar posts prontos e levar para a faculdade para postar de lá. Vou ver se isso funciona, mas só depois do feriado. Hahahaha.

Bom, se na minha casa nova não tenho internet, pelo menos alguns canais de tv a cabo estão funcionando por lá e, com a VH1, acredito que possibilidades de novos posts aparecerão freqüentemente. O post de hoje é o primeiro de muitos, que com certeza virão da minha experiência televisiva. Hahaha.

O tal “Neo-Música Nova” é sempre um lugar bacana e que traz coisas legais, então, eu recomendo para todo mundo que gosta bastante de novidades.

Apesar de a banda de hoje ter surgido em outro programa qualquer do canal.

Enfim, vamos à banda.

Liguei a tv logo quando acordei esses dias para ver se levantava mais animadinha. Coloquei na VH1 e estava passando um clipe de uma banda que me trazia um monte de coisas legais, na verdade, um monte de bandas que eu achava legal pareciam estar ali. O clipe acabava quando surge o nome “Neon Trees”. E fui atrás da tal banda.

Tinha muito do Killers ali. Muito da fase do Killers que eu mais gosto, que é a do primeiro cd.

De alguma forma, tinha muito de Orson também. Que é uma banda que ninguém conhece e até já pensei em postar aqui, mas que é um saco pensar em qualquer post sobre eles, já que não dá para encontrar vídeos nem no youtube.

Tinha alguma coisa das guitarras do Interpol também.

E, de algum jeito, a banda era melhor que todas as outras bandas que estavam nela.

Gostei bastante dos vocais, que tem pegada. Do fato de a banda ser dançante. De ser aquele tipo de música que você não cansa de escutar.

E, por isso, recomendo. Porque é música bacana e que suscita uma porção de emoções.

Sobre como e por que eu comecei a ouvir rock.

Entrei nas estatísticas do blog outro dia e alguém chegou até aqui com a seguinte pergunta:

“Por que ouvir rock?”

E essa pergunta começou a me instigar sobre a minha relação com o rock e porque comecei a ouví-lo. Aí como não faço muitos posts miscelânia, me veio a idéia de escrever sobre esse estilo musical que inegavelmente mudou a minha vida.

Comecei a ouvir rock ainda muito cedo. Não lembro muito bem a primeira banda que ouvi. Lembro de gostar bastante de metal e de assistir o Fúria MTV. Uma banda que me marcou muito nesse sentido foi o Metallica, principalmente por alguns clipes, porque sempre sempre fui uma grande viciada em MTV.

Acho que o que mais me encantava no rock, no comecinho da minha adolescência era a possibilidade de a partir da música que ouvia, ou da maneira que me vestia (hoje a minha sanidade diz: ridícula) poder me destacar das pessoas na escola. Eu sentia claramente que não era um deles e essa era uma maneira de dizer “eu sou diferente”.

Com o tempo, outros estilos de rock foram entrando na minha vida. Lembro de uma fase muito forte de punk rock na minha vida. Eu ouvia do punk rock mais clássico, como Ramones e Clash, aos chamados-na época- punk rock coloridinhos ou pirulito, ou como preferirem. Aí ouvia bastante Blink e Green Day. Enfim, essas bandas bem adolescentes.

E aí tive meu momento bandas com baladas melosas, como Bon Jovi, Skid Row, Aerosmith. A verdade é que eu sempre adorei um romantismo brega e clichê. E ouvir essas bandas era inevitável, ainda que tudo soasse extremamente brega em algum momento.

E acho que a fase mais significativa e que mais me marcou foi quando comecei a ouvir hardcore. Porque, como sempre, não conseguia fechar em hardcore e ia caçando coisas próximas ao estilo e que me agradavam. Aí entrou na minha vida o emocore, o metalcore, o ska e por aí vai.

E o legal dessa fase é que alternava entre letras muito críticas em relação ao mundo com bandas como Dead Fish e passava para coisas que falavam dos meus sentimentos mais intensos, com bandas como o Mineral.

Mas, na verdade, passaram muitas bandas, das quais não conseguiria explicitar nem sequer a metade.

O objetivo desse post é, na verdade, falar do quanto o rock foi importante para a minha vida, do quanto ele foi o início de formação de uma consciência crítica em relação à vida e de como dentro de um mesmo mundo tive coisas que me falavam para não cair na falta de sensibilidade ou na falta de tato para lidar com o mundo e com as pessoas.

Não posso negar, o rock fez de mim quem sou hoje. E sou muito, muito grata a ele por isso.

Paolo, Paolo, Paolo.

A primeira vez que ouvi Paolo Nutini foi em alguma das rádios que a minha mãe ouve enquanto cozinha (aka Antena 1 e Alpha FM) e pensei que era algum cantor quarentão com cara de galã que cantava “Last Request”, música que tocava tanto que eu acho que deve ter sido trilha sonora de alguma novela das 8.

Mas eu gostava tanto daquela música, mas tanto, que saí procurando por aí quem cantava e, de repente, me deparo com o nome “Paolo Nutini”. Achei que devia ser um italianão vovô.

Aí duas surpresas me aparecem: Era um escocês fofo que cantava as músicas e ele era só um ano mais velho que eu :O.

Depois dessas pesquisas, minha relação musical com o Paolo foi de amor em todos os momentos.

Paolo é música para todos os momentos. A sua voz rouca e madura é perfeita para ouvir no mp3 enquanto viaja, perfeita para relaxar, perfeita para momentos especiais e perfeita para tudo.

E, quando eu achava que o trabalho do Paolo era perfeito no seu primeiro cd, o “These Streets”, ele lançou um segundo cd maravilhoso, muito mais maduro musicalmente e tombou com a minha cara.

Eu não sei que tipo de expressão explica isso, mas acho que é uma questão de dedicação e responsabilidade em relação à música e ao que vai ser lançado. Paolo é top e lança coisas tops. É simples.

E o que mais gosto de tudo que o Paolo faz é que é muita simplicidade, não é superprodução, nada disso, é ele ali fazendo música, se encontrando musicalmente a cada trabalho, curtindo o que faz, evoluindo e se aprimorando.

Para mim, falar do Paolo, é falar de amor. Porque é tudo que eu consigo sentir na sua música.