Neon Trees.

Depois de um longo e interminável período sem posts, estou de volta.

Estava fora porque na minha casa nova não tem internet, aí fica difícil planejar como postar. Pensei em deixar posts prontos e levar para a faculdade para postar de lá. Vou ver se isso funciona, mas só depois do feriado. Hahahaha.

Bom, se na minha casa nova não tenho internet, pelo menos alguns canais de tv a cabo estão funcionando por lá e, com a VH1, acredito que possibilidades de novos posts aparecerão freqüentemente. O post de hoje é o primeiro de muitos, que com certeza virão da minha experiência televisiva. Hahaha.

O tal “Neo-Música Nova” é sempre um lugar bacana e que traz coisas legais, então, eu recomendo para todo mundo que gosta bastante de novidades.

Apesar de a banda de hoje ter surgido em outro programa qualquer do canal.

Enfim, vamos à banda.

Liguei a tv logo quando acordei esses dias para ver se levantava mais animadinha. Coloquei na VH1 e estava passando um clipe de uma banda que me trazia um monte de coisas legais, na verdade, um monte de bandas que eu achava legal pareciam estar ali. O clipe acabava quando surge o nome “Neon Trees”. E fui atrás da tal banda.

Tinha muito do Killers ali. Muito da fase do Killers que eu mais gosto, que é a do primeiro cd.

De alguma forma, tinha muito de Orson também. Que é uma banda que ninguém conhece e até já pensei em postar aqui, mas que é um saco pensar em qualquer post sobre eles, já que não dá para encontrar vídeos nem no youtube.

Tinha alguma coisa das guitarras do Interpol também.

E, de algum jeito, a banda era melhor que todas as outras bandas que estavam nela.

Gostei bastante dos vocais, que tem pegada. Do fato de a banda ser dançante. De ser aquele tipo de música que você não cansa de escutar.

E, por isso, recomendo. Porque é música bacana e que suscita uma porção de emoções.

Gwen Stefani (L)

Se eu pudesse enumerar nesses anos todos de paixão musical duas pessoas que me inspiram profundamente, citaria sem dúvida o Dave Grohl e Gwen Stefani.

Por enquanto, vou falar só da Gwen, mas um post falando do Dave e de suas peripécias musicais virá em algum momento mais inspirador para isso. E como o momento me pede para falar da Gwen…

Gwen é daquelas pessoas que eu olho e falo: “Gente, eu queria ser um pouquinzinho dela”.

Durante a minha vida, ela esteve presente desde os meus momentos infantis de viciada em mtv, em que assistia todos aqueles clipes que gostava e que sonhava loucamente ter um clipe meu passando na telinha algum dia. Nesses momentos mais iniciais, “Don’t Speak” era o clipe. Pra dizer a verdade, nem sabia o que significava a letra, mas a melodia era tão encantadora que acabou conquistando meu coração de idade menor do que 2 dígitos.

Depois que cresci e descobri qual era a dessa música, Gwen teve um espaço um pouco maior no meu coração. Porque, me desculpa, tem que ter muito coração e muita força para escrever uma música dessas pro seu ex-namorado que tá ali, tocando com você. Eu choraria, choraria, choraria todas as vezes que fosse tocar. Sério.

Aí teve a fase em que a Gwen começou a se tornar meu ícone mór da beleza. Queria ter cabelo rosa por causa dela. Queria conseguir usar batom vermelho porque ela fica linda assim. Queria me vestir de um jeito autêntico como o dela. E, enfim, queria ser um pouquinho Gwen.

Um pouco mais tarde, adquiri a coragem de usar batom vermelho e aí comecei a me interessar por tocar música, sabe? Não sabia bem o que queria, sabia que queria tocar um instrumento, ter uma banda de algum tipo de música que eu gostasse mesmo, alguma coisa que expressasse exatamente aquilo que eu sentia. A Gwen, pra mim, sempre teve essa parada da sensibilidade, porque ela sabe colocar nas letras algo que me comove de um jeito absurdo. Parece que ela sabe mesclar a fragilidade e a força de um jeito que ainda não vi ninguém fazer igual.

Depois, veio a carreira solo dela. Confesso que no começo torci um pouco o nariz. Acostumar com a Gwen mulherão, a Gwen mais pop e Gwen que cantava “Hollaback Girl” era complicado para quem era fã de No Doubt. Daí eu percebi que a gente muda, que a gente cresce e não fica do mesmo jeito por 80 anos.

E foi quando me encantei por cada uma das baladas cantadas pela Gwen em sua carreira solo. A voz da Gwen parece ter sido feita para cantar coisas doces, porque é tão aveludada e tão sutil que encaixa com isso.

A Gwen é daquelas pessoas que a gente percebe que soube criar uma carreira consistente, que soube se colocar na música de um jeito que, quando você ouve a voz dela já sabe quem é e o que vai sair dali. E eu acho isso bastante admirável.

Não podia deixar de colocar isso nesse post. Um dos dias mais felizes da minha vida foi quando me falaram que eu “cantava parecido com a menina do No Doubt”, porque a Gwen é daquelas cantoras muito, mas muito especiais e ser um pouquinho parecida com ela, em qualquer aspecto, já me faz das pessoas mais felizes do mundo.

Porque Sublime não é banda de uma música só.

Primeiramente, acho que devo pedir desculpas pelo longo período de ausência de posts. Estava enrolada: fim de semestre, seleção de estágios, começo de estágios, mudança de casa e mais uma porção de coisas.

Mas já fiz uma super listinha de bandas das quais gostaria de falar e posso garantir que já tenho vários posts pensadinhos.

Hoje vou falar de uma daquelas bandas que escuto tão rotineiramente que nem consigo encaixar em situações.

Sublime é daquelas bandas que embalariam os meus 20 e poucos anos, se pudesse separar a trilha sonora das fases da minha vida.

A questão é: todo mundo conhece Santeria, mas pouca gente conhece outras músicas do Sublime.

Não que eu não goste dessa música, muito pelo contrário, eu gosto muito. Só não acho que uma banda tão boa, mas tão boa que acho até triste que fique esquecidinha como banda de uma música só.

Basicamente, Sublime é a cara da Califórnia, com aquela mistura de reggae, com ska, com punk e com tudo que é legal.

(Foi um pouco difícil achar vídeos do próprio Sublime, então acabei pegando algumas dessas montagens toscas que as pessoas fazem)

O Sublime acabou por meados de 1995 1996, quando o vocalista morreu por overdose, e isso é algo que por vezes lamento e por vezes agradeço. Lamento porque, porra, Sublime é muito massa, mas agradeço porque acho que acabou num momento bom e, assim, não temos aquela fase decadente da carreira de bandas que não sabem o momento de parar.

Sublime é daquelas bandas que merecem ser descobertas pelas pessoas, porque simplesmente merece ser ouvido em vários momentos, porque é divertido, é bacana e é bonito.

Incubus.

Estava desanimada e sem vontade de postar sobre nada, mas o meu compromisso com as minhas coisas é tão grande, e eu queria tanto me animar de alguma forma que decidi falar da minha banda predileta.

Então, vamos falar de Incubus?

Nem sei por onde começar, mas devo dizer que meu favoritismo vai falar muito alto por aqui hoje…

Acho que conheci Incubus quando ainda era criança, mas nem dei bola. Assistia MTV esperando passar os clipes das bandas que gostava e, pelas madrugadas da vida, sempre passava esse clipe aqui:

 

Não dava bola, não via graça, achava estranho, enfim, eu era só uma criança de 9 anos, poxa.

Aí cresci um pouco e, imagino que quem curte Incubus sabe do sucesso que foi o clipe de “Drive” e acho que foi por aí que o Incubus entrou na minha vida para nunca mais sair.

Depois desse clipe, foi amor eterno.

Incubus, para mim, é sem explicação. Não é uma banda focal, sabe? Tipo aquelas bandas que você ouve porque acha o baixista bom ou o guitarrista bonito ou simplesmente gosta das letras?

Eles estão bem longe disso, pelo menos para mim… Eles são fenomenais, são todos muito bons, são tão bons, mas tão bons que eu sinto que preciso melhorar eternamente para sequer chegar aos pés do que eles são musicalmente.

As letras do Incubus mudam muito as temáticas de acordo com as fases, existem aquelas bem tapa na cara, outras mais políticas, outras de amor, outras que são introspectivas, que são as que eu mais gosto. Mas eu gostar de algumas mais do que das outras não diz que deixo de gostar das outras, muito pelo contrário, Incubus é das poucas bandas que me emociona brutalmente com a maioria das músicas.

Incubus é impecável ao vivo. Tão impecável, que prefiro nem falar, prefiro que vejam.

Eles já tocaram duas vezes por aqui no Brasil e, quando fui ao show, fiquei tão besta, tão perplexa que achava que era imaginação, só sabia que queria um show do Incubus por todos os dias da minha vida, porque aí poderia ter momentos de sorrisos e amor intenso para sempre.