Ah, por que eu tinha esquecido do My Chemical Romance?

O My Chemical Romance estava aqui escondidinho no meu coração.

Como a paixão decidiu ressurgir nos últimos dias, decidi falar deles por aqui.

Não me lembro ao certo quando conheci o MCR, mas me lembro que foi paixão à primeira “ouvida”.

Eles eram sombrios na medida certa, tinham um vocal que era marcante e algo que fazia deles aquela banda que você ouvia há quilômetros de distância e sabia o que era.

Essa música, “Vampires Will Never Hurt You”, foi uma das primeiras que ouvi. Acho que ela tem algo de muito bonito que me lembra o rock dos anos 80, aquela coisa mais Bauhaus, Smiths e por aí vai. Mas, ainda assim, acho que ela tem algo de muito próprio do MCR.

Aí depois veio a fase em que o MCR estourou pelas terras brasileiras e que passava o clipe de Helena tanto, tanto na MTV que não tinha uma alma que ainda agüentasse ouvir aquela música. (Por mais linda que ela seja)

Aí veio o meu descontentamento: o cd “The Black Parade”. Não sei o que acontecia, era simplesmente algo que não me agradava, aquela coisa toda me parecia tão artificial. As cores parecidas nos clipes, enfim, não me agradava. Não era MCR pra mim.

E foi aí que eu simplesmente parei de escutar tudo deles nos últimos anos. Não conseguia.

Até que há poucas semanas, estava vendo tv e me deparo com o clipe de “Na na na” e putaqueopariu! Parece que o MCR voltou a ser legal. E, sim, a minha paixão voltou. Porque, sim, MCR ainda ocupa um espacinho nesse meu coração de pedra.

 

 

Pra salvar vocês das canções natalinas chatas.

Se vocês, assim como eu, odeiam músicas natalinas com todas as forças. Odeiam ligar no TVZ em todas as vésperas de Natal e ter que ver a Mariah Carey cantando “All I want for Xmas is you” mais uma vez, vamos ver uma banda legal tocando essa música uma vez na vida?

 

 

Porque com o My Chemical Romance ficou muito mais bacana e emocionante do que com a Mariah Carey e aquele climinha de paz, amor e perdão comum a todas as músicas de Natal.

E, para quem lê, um feliz Natal para todos com muito vinho e rabanada pra deixar a gente gordinho e feliz. :))

Cantinho da vergonha. (Parte 1)

Todo mundo tem aquelas músicas que gosta, mas que escuta escondidinho pra ninguém zoar da cara.

E eu, é claro, tenho as minhas.E é delas que vou falar por aqui hoje.

Vou começar de leve. Hahahaha.

Enfim, eu gosto de NxZero desde os tempos em que era uma banda que eu achava super legal e descolada, quando eu tinha uns 15 anos.

Aí o negócio começou a ficar tenso pra caramba…  Di Ferrero fazendo parceria com rapper de 5ª categoria que vai no Raul Gil e por aí vai, mas não posso deixar de admitir: gosto bastante das músicas do Nx que são sem firulas bestas que, com certeza, foram colocadas ali pelo Rick Bonadio ¬¬”.

A segunda coisa que gosto, mas que escuto baixinho no meu quarto (sem nem cantarolar junto) é o Ricky Martin.

Sei que na sua cabeça deve ter vindo “livin la vida loca” ou qualquer coisa do tipo, mas tente tirar essa imagem boba da sua cabeça e entenda que, sim, o Ricky Martin canta pra caramba e tem músicas bem bonitas.

Aí agora o negócio ficou tenso, vou assumir que gosto de uma música do Justin Bieber (para o fim da integridade da minha imagem pessoal).

Mas é que “One Time” é tão bonitinha e tem uma melodia tão agradável que tento esquecer que é esse moleque tosco que está cantando e tento me ligar só à música.

E depois disso tudo, fico por aqui hoje. Porque já causei um grande dano para mim depois de tudo isso. Hahahahaha.

Porque Sublime não é banda de uma música só.

Primeiramente, acho que devo pedir desculpas pelo longo período de ausência de posts. Estava enrolada: fim de semestre, seleção de estágios, começo de estágios, mudança de casa e mais uma porção de coisas.

Mas já fiz uma super listinha de bandas das quais gostaria de falar e posso garantir que já tenho vários posts pensadinhos.

Hoje vou falar de uma daquelas bandas que escuto tão rotineiramente que nem consigo encaixar em situações.

Sublime é daquelas bandas que embalariam os meus 20 e poucos anos, se pudesse separar a trilha sonora das fases da minha vida.

A questão é: todo mundo conhece Santeria, mas pouca gente conhece outras músicas do Sublime.

Não que eu não goste dessa música, muito pelo contrário, eu gosto muito. Só não acho que uma banda tão boa, mas tão boa que acho até triste que fique esquecidinha como banda de uma música só.

Basicamente, Sublime é a cara da Califórnia, com aquela mistura de reggae, com ska, com punk e com tudo que é legal.

(Foi um pouco difícil achar vídeos do próprio Sublime, então acabei pegando algumas dessas montagens toscas que as pessoas fazem)

O Sublime acabou por meados de 1995 1996, quando o vocalista morreu por overdose, e isso é algo que por vezes lamento e por vezes agradeço. Lamento porque, porra, Sublime é muito massa, mas agradeço porque acho que acabou num momento bom e, assim, não temos aquela fase decadente da carreira de bandas que não sabem o momento de parar.

Sublime é daquelas bandas que merecem ser descobertas pelas pessoas, porque simplesmente merece ser ouvido em vários momentos, porque é divertido, é bacana e é bonito.